A Culpa é das Estrelas

Semana do Dia do Namorados. Tá certo, eu sei que atualmente todo mundo só quer saber da Copa do Mundo. Mas, romântica incurável como eu sou, resolvi falar de duas coisas que adoro: amor e cinema.

Assisti a este lindo filme que me encantou. A culpa é das estrelas conta a história de Hazel Grace Lancaster, uma adolescente que vive com câncer, faz uso de uma droga experimental e tem como companhia seu balão de oxigênio. Por insistência da mãe ela aceita participar de um grupo de apoio, onde conhece Augustus Waters. Os dois tem um senso de humor muito particular e gostam de fazer piadas com a situação em que se encontram. Hazel tem medo de machucar as pessoas, mas Gus não pensa dessa forma. Uma viagem até Amsterdã pode mudar esses sentimentos.

A nova queridinha de Hollywood, Shailene Woodley é Hazel. A jovem atriz tem dado o que falar no mundo das celebridades devido ao seu jeito tranquilo e hippie. É comum vê-la descalça em tapetes vermelhos e com visual clean.

Em entrevista recente a revista Vanity Fair, ela conta que quase desistiu de atuar devido a pressão que sentiu após fazer sucesso como a filha de George Clooney no filme Os Descendentes.

Shailene mudou o visual especialmente para o filme e doou seus cabelos para uma organização que fornece perucas para crianças com câncer.

Ansel Elgort dá vida a Gus. O rapaz é um fofo e faz sucesso com as garotas. Fato interessante: os protagonistas já trabalharam juntos no filme Divergente, onde interpretaram irmãos.

O livro / Hazel e Gus

Baseado no livro de mesmo nome escrito por John Green. O romance é o mais vendido no Brasil desde setembro de 2013. O autor junto com seu irmão tem um canal de sucesso no Youtube.

Sim, o filme é triste. Mas tem um ritmo legal e tem momentos leves e divertidos. A ingenuidade do primeiro amor.  A capacidade de rir de si mesmo,  a força que ambos demonstram ao lidar com suas famílias e com as limitações de suas doenças trazem. Podia ser um filme bobo de menina, porém o elenco deixa uma boa história ainda mais cativante.

 

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Malévola

Conhecemos a velha história. A bruxa malvada amaldiçoa a bela princesa. As três fadas engraçadinhas. A muralha de espinhos e o dragão. O príncipe e o beijo de amor verdadeiro.

Desde que apareceu pela primeira vez em 1959, na versão Disney de A Bela adormecida,  Malévola não era das personagens mais queridas. Com chifres e o traje com que lembra um morcego, ela personifica a clássica vilã e o mal.

Malévola e o inseparável corvo

Malévola e o inseparável corvo

A nova versão, estrelada por Angelina Jolie tende a mudar essa visão. No filme, também produzido pela Disney, conhecemos uma Malévola inocente, ainda criança. Ela passa pela decepção e traição impulsionada pela vontade de Stefan se tornar rei. Essa é a deixa para que ela se transforme numa criatura vingativa.

Com o nascimento da princesa, Malévola decide amaldiçoar a criança. O rei entrega a filha aos cuidados das três fadas boas esperando que elas consigam evitar a maldição. Na versão brasileira, infelizmente os nomes das fadas não foram traduzidos para os tradicionais Fauna, Flora e Primavera, e sim foram mantidos os complexos e impronunciáveis nomes da versão gringa.

O filme de 2014, é um deleite para os olhos. Malévola marca a estreia na direção de Robert Stromberg, vencedor do Oscar de Direção de Arte por Avatar e vencedor do mesmo prêmio com Alice no País das Maravilhas de Tim Burton.

 A personagem principal manteve o look sombrio com os chifres e asas enormes. Ela se modernizou ao utilizar lentes de contato especiais e próteses faciais ao estilo Lady Gaga.

A nova Malévola

A nova Malévola

A filha caçula de Angelina e Brad Pitt faz uma participação (muito fofa!) no filme como a pequena princesa Aurora. Segundo a mãe famosa divulgou em entrevistas, Vivienne foi a única criança que não se assustou com a caracterização da personagem.

A produção não é só um filme de menina. Muita aventura e cenas de batalhas emocionantes para agradar aos rapazes também. Jolie chega a ser engraçada com momentos de ambiguidade com relação à princesa.

A moral da história é que todo mundo tem um lado B. O filme é uma boa diversão para toda a família.