Hoje foi realizada a segunda etapa do Circuito de Estações Adidas em Brasília. A prova tem percursos de 5 e 10 km e aqui foi realizada na Esplanada dos Ministérios. O dia estava muito frio e nublado, mais parecia Londres do que o Planalto Central! O vento gelado deu o clima de inverno para a etapa. Uma novidade foi a divisão do local de largada, de acordo com o tempo feito na outra etapa o atleta era colocado em um setor. Primeiro, era a chamada “equipe Quênia”, o pessoal da elite, depois vinha o grupo azul, com tempos de até 27 minutos para 5 km; verde para até 35 minutos e branco para tempos maiores. Eu fui colocada no setor azul, será que eles me colocaram no lugar certo?! Independente disso, a corrida foi muito divertida. A visão na descida do Congresso parecia uma corrente sanguínea, com tantos pontinhos vermelhos! A medalha é a segunda parte de uma mandala, com todas as estações e signos. A prova ainda será realizada em São Paulo, Belo Horizonte e no Rio. E a etapa de Primavera já está marcada para 21 de setembro no Distrito Federal. Vamos correr?!

Foto: Divulgação
O ano novo começou oficialmente para os corredores de rua da capital federal: foi realizada a Corrida de Reis, prova já tradicional na cidade. Para mim, foi uma novidade já que participei pela primeira vez dessa prova. A chuva chegou a ameaçar, mas não caiu durante a corrida. Larguei ao lado de um político que era chamado pelas pessoas que ficavam acenando e mandando beijos pra ele. Ele só conseguiu correr em paz quando se camuflou no meio da multidão. Eu corria tranquila até ser surpreendida por um grupo de corredores do BOPE! Deviam ser umas vinte pessoas, de coturno e uniforme preto, com a famosa caveira estampada no peito. Ele corriam em total sincronia, batiam palmas e cantavam músicas bem interssantes sobre a vida na corporação. Confesso que eles me animaram e corri junto deles o máximo que eu pude, mas acabei quase “pedindo pra sair”…
Felipe Massa também foi lembrado por um fã, com direito a macacão vermelho e faixa em punho: “Felipe é massa”. Pais correndo e empurrando carrinhos de bebê, cadeirantes, idosos, adolescentes, profissionais e atletas de final de semana, todo mundo tinha o seu espaço. Na reta final da prova, na subida próxima a rodoviária a visão era impressionante, aquele mar de gente, cheio de cores e estilos. O cansaço também já era grande, mas terminei a prova e fiquei feliz da vida com a minha nova medalha.